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Estudos põem em duvida a existência de bactérias no meteorito marciano.
Novas pesquisas publicadas na revista American Mineralogist, põem em duvida que as cobertas de magnetita localizadas no meteorito marciano, em 1996, tenham-se formado por processos biológicos. O estudo revela que iguais resultados podem-se obter por processos inorgânicos, os quais podem se reproduzir no laboratório quando cadeias carbônicas de ferro se expõe a altas temperaturas, similares aquelas atingidas durante o ingresso na atmosfera da Terra.
Entretanto o processo inorgânico foi incapaz de produzir os cristais alongados de magnetita, porém produziu uma gama de características achadas no meteorito. McKay, principal cientista da descoberta de 1996, argumenta que o trabalho baseou-se em uma característica muito específica, a forma dos cristais de magnetita ao contrario da hipótese biogênica que foi baseada em um conjunto de quatro linhas de evidência. Dessa forma a decomposição térmica de carbonato não explica simultaneamente todas as propriedades encontradas neste meteorito.
Fonte:
NASA News, 05.05.04.