Australian scientists, and their dog, say life once existed on Mars

Cientistas australianos, e seu cachorro, afirmam que a vida pode ter existido em Marte.

Dois cientistas australianos acreditam ter encontrado, em um meteorito proveniente de Marte, evidencias de que nesse planeta existiu. Afirmam que podem provar que a rocha contém estruturas químicas que parecem ter sido feitas por microorganismos.

O biofísico Tony Taylor, da Organização de Tecnologia e Ciência Nuclear da Austrália, e seu colega John Barry, da Universidade de Queensland, publicaram seu estudo na revista Journal of Microscopy.

O meteorito ALH84001, descoberto na Antártida em 1984, se desprendeu de Marte há uns 16 milhões de anos e caiu na Terra há uns 13.000 anos. Em 1996, quando a NASA anunciou que a rocha parecia conter fosseis de uma antiga bactéria de Marte, os cientistas foram cépticos. Disseram que essas estruturas só podiam formar-se em altíssimas temperaturas, demasiado elevadas para permitir a vida.

Também não havia microscópios suficientemente poderosos, disse Taylor e Barry. Com eles encontraram uma estrutura idêntica em dezenas de bactérias diferentes que abundam na baía Moreton, na Queensland, zona com sedimentos aluviais ricos em ferro, como Marte.

Taylor recorreu a Tamarind, seu cachorro híbrido do dingo. O cão farejou no barro e obteve pistas de novas amostras. Eles examinaram 82 diferentes bactérias e nelas, os cientistas detectaram 11 características comuns aos supostos fosseis de Marte, incluindo a estrutura que segundo alguns cientistas só poderia ser formada sob extremo calor.

29.01.04.

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